Quem quiser atirar a primeira pedra, pode!!!!!kkkkkkk
Até a próxima
"Eu vejo a vida melhor no futuro. Eu vejo isto por cima do muro de hipocrisia, que insiste em nos rodear... Eu quero crer no amor numa boa, que isto valha pra qualquer pessoa, que realizar, a força que tem uma paixão. Eu vejo um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera, com habilidade pra dizer mais sim do que não...Vamos viver tudo o que há pra viver, vamos nos permitir" Lulu Santos
Fim de ano a maioria de nós acabamos imbuídos pelos ideais altruístas e espírito de solidariedade, amor, fraternidade e mais uma porção de boas coisas. É dezembro, são as festas, o clima conspira a este propósito, já não bastasse tudo isto, acontece àquela calamidade terrível em Santa Catarina, não há quem não se emocione.
Pela TV, jornais e intenet, acabamos sensibilizados com toda aquela situação de sofrimento e com todo clima favorável de fim de ano acabamos sendo levados a vontade e necessidade de ajudar. Na minha simples opinião é ai que mora o perigo!
De repente uma verdadeira "legião" de ....apareceu minha caixa de e-mail está repleta de pedido de auxilio e de sugestões de pauta sobre eventos, campanhas, arrecadações, listas e iniciativas que visam arrecadar alimentos, água e roupas que serão encaminhadas - sinceramente assim eu espero, para as vitimas de Santa Catarina.
Pára, não estou sendo injusta, maquiavélica ou insensível, acredito que temos sim que fazer nossa parte na busca de um mundo melhor e no apoio aos que precisam mais que a gente. Porém não gosto quando em meio a tudo isto tem uns que pegam carona na desgraça alheia e utiliza isto como ferramenta de marqueting pessoal. Aí não agüento, tenho que gritar!
De todas estas iniciativas, uma que aplaudi foi a dos jogadores Narciso e Denílson, que vão promover uma partida de futebol beneficente e toda a arrecadação será... dividida. Sim, metade para Santa Catarina e a outra metade para que precisa aqui, na Baixada - incluído Guarujá. Não me acusem de bairrismo, longe de mim. Acredito que as pessoas de lá precisam de ajuda, o que questiono são as atitudes dos idealizadores e não a nobreza das campanhas.
Gostaria de saber se estas pessoas que estão promovendo campanhas para Santa Catarina, teriam a mesma atitude se não tivesse acontecido nada lá. Estariam preocupados com aqueles meninos que ficam em pleno Centro de Guarujá fazendo "malabares"?Estariam preocupados se as várias famílias que moram nas palafitas da Cidade, terão uma ceia, uma roupa, uma água potável? Se responderem que sim, acho louvável o que estão fazendo pelas vitimas do Sul. Mas se responderem que não, por favor, pensem que há vitimas do seu lado todos os dias e você se quer reconhece o rosto delas.
Se a sua proposta é promover campanha para ver seu rosto estampado no "Expresso", pára agora! Não brinquem com o que é sério, não utilizem uma fatalidade a seu beneficio próprio. Todo aquele sentimento descrito no começo deste texto deve ser concreto, tem de vir de dentro da alma e do coração, senão não valerá nada.
Minha parte com certeza vou fazer, mas não preciso da mídia para divulgá-la.
Oi Estou mudando o Blog, para ficar mais interessante, enquanto isto vai lá www.acaradacari.zip.net
Oi falhei, esta deprê e esqueci de postar a semana passada por isso vcs terão overdose...Bjo no s2
"Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia..."
Gabriel Garcia Marquez
Esta semana, fui prestigiar o lançamento do livro "Textos Esquizofrênicos e Notícias do Homem Mínimo", do meu amigo de universidade Edson Augusto Sampaio, para todos, e para mim, Pipoca.
Tive a oportunidade de encontrar meus queridos amigos, que juntos, formamos a primeira turma de Jornalismo da Unaerp - Guarujá. Quando vivemos estes momentos de reencontro, o saudosismo nos parece irresistível. A lembrança do nosso curso sempre foi de polêmica, de utopia e até mesmo de fatos engraçados.
Após os autógrafos e discursos, não poderia ser diferente fomos para a padaria da esquina, onde por quatro anos, foi o ponto de encontro do nosso grupo, onde resolvíamos os problemas do mundo; onde sonhamos muitas vezes ver o sindicalista Lula virar presidente - alguns, onde odiávamos a Globo, porque poucos ou nenhum chegariam até ela; éramos inimigos dos norte americanos pelo seu imperialismo e ridicularizávamos a alienação do curso de Publicidade. Na verdade amávamos tudo isto, principalmente as cervejas geladas, as poções de amendoim torrado e as discussões políticas e filosóficas intermináveis.
Hoje a realidade é outra. Entre nosso grupo, poucos atuam na Cidade por falta de oportunidade e salário digno, muitos nem aqui moram, outros viraram corporativos e deixaram os calorosos discursos e aos poucos nosso inimigo deixou de ser a empresa do "Roberto Marinho", para se tornar a realidade do nosso mercado.
Descobrimos que aos poucos mudar o mundo, na maioria das vezes depende do seu assessorado, do dono do jornal, ou seja de quem paga seu salário e a profissão dos sonhos, hoje, empolga poucos estudantes do Ensino Médio, que prefere ir para o outro lado da notícia e fazer parte do grupo de futuros publicitários.
No entanto, apesar destas constatações, este encontro, proporcionado pelo lançamento do livro do nosso Pipoca, nos levou a novas discussões e descobrimos que algo em nós não morreu - ainda bem, continuamos com a mesma capacidade de se indignar, de colocar acidez em nossos comentários, de achar que o mundo pode ser mudado sim, a partir das informações, que nós jornalistas levamos até as pessoas.
Que bom Pipoca!!! Que bom que você nos mostrou o que por algum tempo andava adormecido, e que não fazemos parte deste bando de "homem mínimo", que andam povoando redações e assessorias. Penso que por perceber isto, comecei a escrever neste espaço há algumas semanas. Aos poucos Pipoca, como você revelou no seu discurso, as pessoas estão percebendo que apesar desta "cara", continuo destilando meu veneno, meu humor ácido e me divertindo muito.
Assim foi nosso encontro, só para não mudar os hábitos, o dono da padaria nos expulsou, se negou a vender a saideira para Luiz Augusto que apelava insistentemente e acabamos indo embora com nossas utopias e pensando nas nossas próximas reportagens, matérias e crônicas. Valeu turma de 2003!
Ah! Tem novo encontro de autografo para o livro do Pipoca, na Livraria Saber, em Vicente de Carvalho, dia 06, a partir das 16h. Vale a pena prestigiar meu amigo e a mim também visitando meu blog - www.acaradacair.zip.net
Num momento de indiganção e observação, escrevi a coluna desta semana. Pensei que com a Antonieta seria diferente, mas estou vendo os puxa sacos e bozós aparecendo. Não resisti
“Respeito quem é radical
Respeito quem ama errado
Respeito o cara careta
E o cara exagerado...Quem odeia rock'n'roll
Mas gosta de um rebolado.
Só não há perdão para o chato
Perdão para o chato
Não há perdão
O reino dos céus é do chato
Do chato, do chato
Do otário e do cagão”
“Não há perdão para o chato”
Cazuza e Arnaldo Antunes
No meio da entrevista coletiva, sobre a equipe de transição, enquanto Farid e Antonieta falavam sobre esperanças e frustrações. A sala cheia, o ar condicionado desligado, centenas de pessoas – entre imprensa, curiosos, transitores e etc, optei por me recolher a uma cadeira e observar os que ali estavam.
Tenho esta mania de observar pessoas, não sei nada sobre insetos, formiguinhas, corujas, até acho bonitinhas, mas entediante, analogias então, passo longe. Por isso, observo e comento sobre o comportamento de gente.
Ôh! gente que me diverte é bajulador “puxa saco, mesmo” e “Bozó” – para quem não conhece Bozó era um personagem de Chico Anísio que tinha um crachá da Rede Globo e tirava proveito disto.
Naquela sala vi vários Bozós, me divertem a sua atitude e todos têm a mesma postura gritam, gesticulam, andam de um lado pro outro e sempre estão com uma ligação de celular, ou dando tapinha nas costas de alguém, fazendo piadinhas sem graça.
Acredito que o Bozó é uma vertente do puxa saco. Primeiro se é bajulador, depois ganha um crachá e o resto vocês já sabem. Guarujá deve ser um criadouro destas espécies. Eles são amigos dos vips, saem nas fotos no último plano, se você conhece alguém interessante eles viram seu melhor amigo, atropelam todos na portaria.
Mesmo com toda inconveniência, eles estão sempre, têm convite, sempre, têm acesso sempre, têm crachá. Eles sempre “estão”, não entendo muito bem como, mas “estão”. O mais interessante disto tudo é como se alimentam, do superego das autoridades ou dos “donos”.
Há pessoas que acha tão interessante tê-los em sua volta, para alimentar sua vaidade, que chegam a ficar cego e seguirem seriamente seus conselhos. Risco puro! Quem segue o conselho de um bajulador, ou vê o resultado de suas ações pela sua ótica, acaba vendo o mundo cor-de-rosa e naufrágio na certa. Foi o que senti ali naquela sala, naquele dia. Eles povoam todas as esferas, diretrizes, situação e oposição, quem pensa que os “Bozós” só se fortalecem no “quintal do lado” está completamente enganado. Sai um e entra outro, eles começam a aparecer.
Por isso acredito que o erro não está nestas almas servis, mas em quem os alimenta, e dão status, ou seja, crachá. Vai chegar um momento que teremos que contratar agentes de vetores para eliminar esta espécie. Vamos falar o que é verdade, o mundo já tem praga demais a ser eliminada, por favor não me obriguem a falar dos insetos e do comportamento da formiguinha.
Estou bastante ácida esta semana, também o tema apropriado seria Consciência Negra, mas como todos falariam sobre isto. Optei por algo que tenho observado. Cazuza e Arnaldo Antunes me ajudaram bastante na acidez.
Não deixe de visitar meu bolg – www.acaradacari.zip.net
Naum consegui postar a imagem da página por isso postei o texto. Esta na integra...
“A ressaca era a prova de que a retribuição divina existe e que nenhum prazer ficará sem castigo. Cada porre era um desafio ao céu e às suas feras. E elas vinham: Náusea, Azia, Dor de Cabeça, Dúvidas Existenciais - golfadas.” Ressaca – Luiz Fernando Veríssimo.
Sol, amigos, futebol, cerveja gelada, um abismo, um apagão. Assim acabou meu último domingo. Isto não é uma constante na minha vida, mas quando tiro o dia, para bebedeira, já aviso: “Hoje, o teto do quarto vai virar uma roleta, e o Peter Pan vai piscar para mim lá em cima”
Minha irmã, Fernanda, sempre defendeu a existência do apagão em meio a uma bebedeira. Sabe aquele momento que você simplesmente não sabe de nada? Você está numa festa e tem um determinado momento que não lembra de nada, quem você encontrou, a música que tocou, nada, você só lembra de uma escuridão,de um ponto de interrogação?
No outro dia fica aquela lacuna, aquele espaço que você teme como seu amigo vai completar – isto se ele não caiu antes de você. Ou então aquela balançada de cabeça sarcástica, um sorrisinho no canto da boca, que é o mesmo que: “eu sei o que vocês fizeram...”
Bem como este texto não deve ser motivo de admiração, vou confessar uma vez este apagão veio no meio do mar – em Ilhabela, logo eu que sempre o respeitei, sai nadando, boiando, tomando caldo e não sei mais nada, só lembro do meu marido me puxando e reclamando até minha última geração, claro que su voz estava em outra rotação, lá longe. Ah! Caipirinha sem perdão, gostosinha, azedinha e quando você percebe o bloqueador solar já era e só resta um vermelhão te avisando que você abusou. Você jura “Nunca mais”.
O Day After – o dia seguinte, é menos um dia na sua existência, sim porque você não existe, apenas fica jogado mofando, sem ver o dia passar, torcendo para dor de cabeça, a palpitação, o vômito, aquele frio e calor e a desgraçada da sede passar, em meio aquela promessa “Nunca mais”.
Sinceramente não acredito em receitas milagrosas, não apelo para os chás, sucos de tomate, engov, até porque eles não ficarão no meu estomago tempo suficiente para fazer efeito, apenas a dipirona ou paracetamol para aliviar a dor e água, aquela que vai limpando tudo que não presta.
No terceiro dia sobram as gracinhas, o fígado doendo, o “msn” e o “orkut”, cheio de piadinhas, você até acaba rindo das situações anteriores, acaba escrevendo um texto semanal sobre nada mais nada menos que ressaca, porque só ela existe neste momento e então você olha para seus colegas de trabalho e promete mais uma vez “Nunca mais”, já não com tanta firmeza e a determinação cede lugar para um talvez na vitória do time ou no Ano Novo?
Ok!Nem sempre sou uma cabeça pensante, principalmente, quando ela pesa umas toneladas. Mas e você quiser compartilhar, opinar, criticar e até mesmo xingar estas ações politicamente incorretas, visite meu blog – www.acaradacari.zip.net, ou por e-mail e msn – carinegja@hotmail.com
Gafe na mídia
Gente sei que este blog foi feito para divulgar e comentar minha coluna e sua pauta da semana. Mas, não posso deixar passar batido o que acontece na mídia de Guarujá, ou, e é impublicável lá, na coluna - kkkkkkkkk
Vocês leram a matéria de uma "mãe-de-santo", "zeladora" ou não sei direito como chamam, publicada em um jornal de Guarujá – que tem mais de 50 anos, dando conselhos para a prefeita eleita Maria Antonieta? Nossa que gafe!!! A Antonieta é uma das pessoas católicas mais fieis que conheço.
Para quem tem dúvida vá à missa de ação de graça, em homenagem a ela, que será realizada na Igreja Matriz de Guarujá, no sábado.
Coluna nº 02


Oi gente!!! Segunda semana, hein passou o susto
Esta semana tratei de um assunto que para mim me deixa com um misto de raiva e indignação. Tratei de preconceito racial, mas dá minha maneira -talvez nem mesmo os que lutam pela causa vão concordar comigo. Com minha experiência desta semana, descobri que que escreve aprende a ser ousado, não entendo nada de fórmula 1 e sei de política internacional a partir do que leio, mesmo assim sai dando palpite.
E ainda mais, falei sobre Martin Luther King, li muitas coisas sobre ele. Com o mundo precisa de lideres né! No meio disto tudo lembrei da Sophia - a filha de um casal de amigos, e amiguinha da minha filha. A mãe amricana filha de negros, casada com um brasileiro branco, tinha Sophia - filha de seu primeiro casamento com negro também. A menina é linda, mas uma vítima do preconceito racial nos Estados Unidos - moram em Carolina do Norte,
A pequena Sophia sofreu muito para voltar a seu país de origem. Seus pais nos contava que por vezes tinham que pedir para os amigos a elogiarem, para elevar sua autoestima, já que o irmãozinho era branco e recebia mais atenção. Muitos de nós brasileiros jamais entenderemos esta atitude este rascismo cruel, típico dos norte-americanos, mas com certeza Obama pode ser uma esperança a tais atitudes de intolerância.
Trecho do discursso do primeiro presidente negro do Estados Unidos: "Ela veio de uma geração depois da escravidão. Ela não podia votar por ser mulher e pela cor de sua pele. Ela assistiu a mudanças como a chegada do homem à Lua e a queda do Muro de Berlim. Penso em tudo o que ela viu nesse país e vejo que sim, nós podemos. Ela sabe como os EUA podem mudar."
Fui tomada por uma overdose de coragem e dei minha cara para bater. Sai do casulo que me abrigava e publiquei um dos poucos textos opinativos que desenvolvi. Está lá, na edição do jornal Primeira Hora.
Tudo isto porque tem um bando de loucos querendo saber o que eu penso. Aprendi com o Giuliano falar sobre o nada, e confesso que ao ler o blog criativo do jornalista Marcos Barreto - claro que me falta parte de sua experiência!!, fiquei com vontade me permitir. Para o Guilherme que eu tanto incentivei, acabei escondendo meus medos. Dr Raimundo e Renata que elogiam meus delírios. E assim foi, acabei...
Só espero agora que os leitores, aprovem ou não, me apontem erros ou aplaudam....Bjos e até mais![]()
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